Maio 2018 - EVEHX
  41. 3133-3000    
  evehx@evehx.com
 
     

Arquivo(s) do mês de Maio, 2018


Warning: include(/home/storage/8/84/c9/evehx1/public_html/wp-content/themes/impactosul/inc/nav.php) [function.include]: failed to open stream: No such file or directory in /home/storage/8/84/c9/evehx1/public_html/wp-content/themes/impactosul/archive.php on line 32

Warning: include() [function.include]: Failed opening '/home/storage/8/84/c9/evehx1/public_html/wp-content/themes/impactosul/inc/nav.php' for inclusion (include_path='.:/usr/share/pear') in /home/storage/8/84/c9/evehx1/public_html/wp-content/themes/impactosul/archive.php on line 32

Curitiba recebe a segunda edição do maior evento brasileiro de inovação e tecnologia em engenharia em agosto

Vem aí a segunda edição do evento We shape innovation! Essa segunda edição promete apresentar lançamentos de novas tecnologias e será voltado para todos os profissionais das áreas de arquitetura e engenharia.

Na primeira edição do evento, em 2017, estavam presentes mais de 300 convidados, entre eles, construtoras, engenheiro, calculistas e empresários de todo o mundo.

Com o tema de inovações e tecnologias aplicadas para facilitar e modernizar a construção civil, a edição 2018 reforçará a importância e necessidade de inovar no setor para o desenvolvimento da sociedade.

 

O que esperar da WSI 2018?

 

O WSI 2018 receberá palestrantes de nomes importantes do setor, como Ernani Simas Alves Neto, CEO da empresa Evehx Engenharia, Marcel Malczewski, Empreendedor do Ano no Setor de Tecnologia pela Ernst & Young e Revista Exame, no ano de 1999, e Sergio Luis Costa Reis, líder de Soluções para o Setor Industrial – IBM Brasil. O público terá a sua disposição tradução simultânea para palestras com nomes internacionais.

O evento acontecerá no dia 09 de agosto na Expo Unimed Curitiba e proporcionará novas informações sobre inovações e tecnologia dentro do segmento da Engenharia Civil. Os interessados em participar deverão se cadastrar para garantir a vaga aqui.

E aí, você gosta de inovação e tecnologia? Trabalha nas áreas de arquitetura, engenharia e construção civil? Este evento foi feito para você!

 

Países em desenvolvimento lideram em energia limpa

A energia renovável costumava ser considerada inacessível para os países em desenvolvimento. Vento e energia solar eram luxos dos países ricos, enquanto as economias do terceiro mundo só poderiam crescer em uma dieta de combustíveis fósseis. Em junho de 2014, Bill Gates postou no blog: “Países pobres… não podem arcar com as dispendiosas soluções de energia limpa de hoje e não podemos aguardar que eles esperem que a tecnologia fique mais barata”.

No entanto, nos últimos dois anos essa sabedoria recebida mudou. Os números mais recentes do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente e da Bloomberg New Energy Finance (BNEF) mostram que em 2015 o investimento total em energia limpa nos países em desenvolvimento superou o dos países desenvolvidos pela primeira vez em US $ 156 bilhões, comparado com US $ 130 bilhões.

 

ASSUMIR A LIDERANÇA

 

Os maiores investidores em energia renovável incluíram o Chile (US $ 3,5 bilhões, até 157%), a África do Sul (US $ 4,5 bilhões, alta de 329%) e o Marrocos (US $ 2 bilhões, quase zero em 2014). A Índia viu os investimentos subirem 22%, para US $ 10,2 bilhões, enquanto a China, hoje maior investidor mundial em tecnologia renovável, gastou US $ 102,9 bilhões em energias renováveis ??(36% do total mundial).

Se você considerar investimentos relativos ao PIB anual, os cinco principais investidores globais foram, na verdade, Mauritânia, Honduras, Uruguai, Marrocos e Jamaica. Enquanto isso, a Costa Rica está notavelmente perto de se tornar o primeiro país em desenvolvimento a ter 100 por cento de eletricidade renovável.

“A energia eólica e solar estão agora sendo adotadas em muitos países em desenvolvimento como uma parte natural e substancial do mix de geração”, diz Michael Liebreich, presidente do conselho consultivo da BNEF. “Eles podem ser produzidos de forma mais barata do que os altos preços de energia no atacado; reduzem a exposição de um país aos futuros preços esperados dos combustíveis fósseis e, acima de tudo, podem ser construídos muito rapidamente ”.

 

BANCOS DE DESENVOLVIMENTO

 

No início dos anos 2000, a Enel, com sede na Itália, uma das maiores empresas de energia do mundo, estava concentrada na geração de combustíveis fósseis no hemisfério norte. Desde 2009, no entanto, transformou-se no maior produtor mundial de energia renovável, com a maioria dos novos negócios vindo de mercados emergentes. Seu plano estratégico de 2016-19 compromete cerca de 50% do investimento em energias renováveis ??em mercados emergentes e em desenvolvimento.

O executivo-chefe da Enel, Francesco Starace, diz: “Mercados maduros como a Europa são afetados pelo excesso de oferta e demanda de eletricidade plana, se não decrescente. Pelo contrário, um número crescente de países emergentes está descobrindo os benefícios das energias renováveis ??e atraindo novos investimentos. Eles são mais rápidos de construir e mais fáceis de operar. Em média, um projeto eólico típico pode ser concluído em 12 a 18 meses, contra quatro a cinco anos para uma usina movida a carvão de tamanho semelhante ”.

Os bancos de desenvolvimento também participaram da implementação de projetos de larga escala. O México, por exemplo, foi ajudado pelo financiamento do banco de desenvolvimento Nafin para nove projetos eólicos. A usina geotérmica da Efeler na Turquia também recebeu US $ 200 milhões do Banco Europeu de Reconstrução e Desenvolvimento, enquanto a Corporação Financeira Internacional emprestou o dinheiro para construir um parque eólico de 36 MW na Jamaica.

 

NO BRASIL

 

No ano passado, o Brasil investiu US$ 6 bilhões em energias renováveis, sendo US$ 2,1 bilhões em energia solar, US$ 3,6 bilhões em energia eólica, US$ 2 milhões em biocombustíveis, e US$ 1 milhão em pequenas hidrelétricas. Isso representa um aumento de 8% na comparação com o ano anterior, mas ainda uma redução importante considerando o recorde de US$ 11,5 bilhões em 2008, quando os aportes no desenvolvimento de biocombustíveis tiveram um pico.

A 4ª e última edição do relatório [R]evolução Energética, feita pelo Greenpeace Brasil em 2016, mostra o Brasil com 100% de participação de fontes renováveis em sua matriz até 2050, com a energia solar e eólica passando a ter papel fundamental. Na geração de eletricidade, essas duas fontes alcançariam 46% de participação (25% eólica e 21% solar), mais do que o dobro previsto por um “cenário base”, uma projeção otimista do PDE (Plano Decenal de Expansão de Energia), já que o país não possui um estudo neste prazo.

 

Fonte: Raconteur MediaRevista Época NegóciosParaná Portal

Reforço para Estruturas com Protensão Externa

Seja por razões econômicas, ambientais ou sócio-culturais, quando uma edificação tem o desempenho estrutural comprometido, o procedimento natural é buscar recuperá-la, e não reconstruí-la. Faz-se presente o reforço em uma estrutura quando existe a necessidade de aumentar a sua capacidade resistente ou para corrigir possíveis falhas.

Em toda intervenção estrutural, o pré-diagnóstico tem por base do conhecimento da estrutura, seu estado de conservação, lesões verificadas e causas que as provocaram. É sobre este diagnóstico preciso, contrastado e confiável, que se deve basear para determinação das soluções mais adequadas a cada caso.

Em geral, as possíveis soluções a um determinado problema estrutural são diversas com várias alternativas igualmente válidas, eficazes e viáveis. Considerando-se que praticamente não há normatização específica para atuações de reabilitação, a tomada de decisões deve contar com levantamento de dados detalhado e resultados de análises (teóricas e de laboratório) representativas e confiáveis. Não é fácil detectar precocemente o risco de fratura frágil, nem um risco oculto, mas, apesar das dificuldades, deve-se assumir a responsabilidade do diagnóstico e soluções. Desta forma, é importante que sejam estabelecidos critérios de avaliação complementares visando determinar a opção que se ajusta melhor a cada circunstância.

Uma técnica utilizada para reforço de elementos de concreto armado é a aplicação de protensão externa, que contribui para a redução das deformações e o aumento da capacidade portante. Segundo o engenheiro Andriei Beber, da UFRGS, esse sistema vem se desenvolvendo principalmente nos Estados Unidos, Japão e na Europa por conta da relativa simplicidade de execução, ausência de problemas com o cobrimento dos cabos e possibilidade de inspeção e eventual reposição dos cabos durante a vida útil. Por estar localizado no exterior dos elementos estruturais, porém, é um sistema vulnerável à ação do fogo, da corrosão eletroquímica e atos de vandalismo. Para minimizar esse problema, a protensão externa deve ser protegida com o encapsulamento dos cabos com concreto convencional ou projetado.

O reforço com protensão externa consiste, fundamentalmente, em inserir esforços ativos de compressão por meio de elementos de protensão. Devem ser considerados quatro tópicos bastante importantes no caso da protensão externa: o problema da modelagem dos cabos; o deslizamento dos cabos sobre os desviadores; a fadiga por fricção do cabo nos desviadores; a perda de protensão na ancoragem de cabos curtos.

Existem inúmeras alternativas técnicas para se reforçar uma estrutura. Cada caso é particular e deve ser avaliado como tal. As condicionantes de prazo de implantação, logística e disponibilidade de materiais e equipamentos, dentre outros, são determinantes para a escolha da solução estrutural. Cabe ao projetista, juntamente com os demais envolvidos, avaliar a melhor alternativa para cada situação, sempre priorizando a segurança e eficiência do sistema a ser implantado.

Fontes: IBRACON / Revista Téchne


Warning: include(/home/storage/8/84/c9/evehx1/public_html/wp-content/themes/impactosul/inc/nav.php) [function.include]: failed to open stream: No such file or directory in /home/storage/8/84/c9/evehx1/public_html/wp-content/themes/impactosul/archive.php on line 50

Warning: include() [function.include]: Failed opening '/home/storage/8/84/c9/evehx1/public_html/wp-content/themes/impactosul/inc/nav.php' for inclusion (include_path='.:/usr/share/pear') in /home/storage/8/84/c9/evehx1/public_html/wp-content/themes/impactosul/archive.php on line 50
Vibe Studio